quarta-feira, 15 de março de 2017

Igrejas das aparições

Estas são as fotos das 11 igrejas onde aconteceram as aparições de Divinópolis: 












terça-feira, 7 de março de 2017

Oração à Nossa Senhora Mãe da Humanidade

“Nossa Senhora, Mãe da Humanidade, Mãe de Jesus que é nosso Deus, nosso Senhor, nosso Salvador. Eu te amo, Maria, e quero tê-la sempre perto de mim. Sei que a Senhora é minha Mãe e que reza por mim junto a Deus. Que bom, como eu sou feliz. Agora posso contar sempre contigo em minha vida e sempre acreditarei em sua presença. Quero amá-la, quero ser um bom filho, uma boa filha para te fazer ficar feliz com a minha vida. Que eu seja como Jesus quer. É isso o que a Senhora quer de mim. E eu quero também e vou me esforçar. Conto com sua ajuda, Mãezinha do Céu! Reze por mim junto a Jesus. Reze também pelos meus irmãos: as outras pessoas do mundo inteiro. Eu rezo agora por elas e por mim. Obrigado por tudo, mas tenho que lhe pedir. Minha vida está difícil, preciso de muitas graças, tenho muitos pedidos a fazer. E como toda Mãe aceita os pedidos de seus filhinhos, faço estes pedidos... (fazer os pedidos) Obrigado, Maria, Mãe de Jesus e minha Mãe também. Nossa Senhora, Mãe da Humanidade, rogai por nós. Fique sempre comigo, com todos nós e interceda pelo mundo inteiro. Amém.” 

Esta oração foi inspirada na aparição de 13/11/2002 sendo a escolhida por Ela como a oficial destas aparições:

segunda-feira, 6 de março de 2017

Vida de Santa Bernadette Soubirous

Nascimento e pobreza: A história de Santa Bernadette Soubirous (1844-1879), a menina que viu Nossa Senhora em Lourdes, foi marcada pela pobreza, sofrimento e entrega a Deus. Marie Bernarde Soubirous, mais conhecida pelo seu apelido Bernadette (em português seria Bernardinha) nasceu em 7 de janeiro de 1844 no moinho Boly, perto de Lourdes. Aos 10 anos, a família foi expulsa do moinho e tiveram que morar num calabouço cheio de umidade e mofo chamado masmorra, antiga cadeia do lugar. Passavam muita fome. Às vezes, tinham apenas pães velhos como alimento de um dia inteiro para todos, ou nem um pão. Faziam sopas aguadas cozinhando ossos e carnes catados no lixo ou recebidos de amigos. 
Aparições em Lourdes: Bernadette era analfabeta na época das aparições de Nossa Senhora em Lourdes, nem sequer falava francês, mas apenas um dialeto daquela região. Depois teve pouco estudo, mas vemos que tinha uma grande sabedoria nas palavras que disse. Em 1857, Bernadette foi morar por uns tempos na casa de sua ama de leite para se alimentar melhor. Trabalhava ali pastoreando as ovelhas sozinha. Só sabia rezar o Terço e a invocação: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.” Tinha voltado a Lourdes em janeiro de 1858 para fazer a Primeira Comunhão aos 14 anos. Não havia feito antes por causa dos trabalhos. Teve dificuldade em memorizar o Catecismo. No mês seguinte, de 11 fevereiro a 16 de julho de 1858, teve as 18 aparições de Nossa Senhora e disse: “Se você soubesse o que eu vi de bonito ali naquela gruta... Se você soubesse como Nossa Senhora é boa... Tão bela! Não consigo achar bonita nenhuma imagem de Nossa Senhora, depois de ter visto a original. Eu só irei para o Céu se for boa e me comportar corretamente. Verei Nossa Senhora de novo no Céu. Vai ser mais bonito.” 
Contato com  o povo: Milhares de pessoas começaram a procurá-la em sua casa ou onde estivesse. Todos a acharam muito humilde, simples e bondosa, mas ao mesmo tempo, muito normal como todas as meninas. Era muito franca, sincera e transparente. Era muito procurada no convento por pobres, ricos, religiosos, autoridades, mendigos e doentes. Apesar disso, atendia todos do mesmo jeito, nunca diferenciava nem exaltava ninguém. Sempre atendia a todos com boa vontade e dizia: “Vou rezar por vocês.” Nunca perdia a paciência com tantas visitas e muitos alcançaram graças com suas orações. Aos que a chamavam de santa, dizia: “Estão enganados.” Nunca aceitou dinheiro e pedia que dessem à paróquia ou às irmãs. Alguns a tratavam como celebridade nas ruas de Lourdes, mas ela continuou humilde do mesmo jeito de antes das aparições. Tiram fotos de Bernadette e vendiam por um franco cada. Ela riu e brincou: “Vendem as fotos por mais do que eu valho!” 
Humilhações e perseguições: Sofreu muitas perseguições do prefeito e autoridades de Lourdes por causa das aparições. Ele lhe disse: “Você aqui, descarada?” Ela respondeu: “Sim, senhor, estou aqui.” Ele disse: “Nós vamos te prender na cadeia.” Ela respondeu: “E que esteja bem trancada, senão eu fujo.” Em 1866, aos 22 anos, se tornou freira no convento da cidade de Nevers, França. Ela sentia falta de Lourdes e da gruta, mas dizia: “O tempo que temos no mundo pouco. É preciso que o usemos bem.” Havia religiosas que não gostavam de seu jeito natural, franco e sincero e não perceberam sua grande santidade. As madres lhe fizeram passar por várias e sofridas humilhações. Quando sua mãe morreu, ela disse: “Meu Deus, o Senhor quis! Eu aceito o cálice que me dá. Bendito seja o seu Nome!" Na morte do pai, nos contou: "Sempre tive uma grande devoção à Agonia de Nosso Salvador. No sábado à tarde, rezei a Jesus na Agonia por todos aqueles que iam morrer nesse momento, e foi precisamente no mesmo momento em que meu pai entrou na eternidade. Que alegria para mim se o tiver ajudado!” 
Doenças e sofrimentos: Sofreu de asma e outros problemas de saúde por toda a vida e oferecia tudo pela conversão dos pecadores. Ela dizia: “A Virgem quer que eu sofra. Eu preciso. Cura não é para mim. O Bom Deus sabe porquê. Tenho que ser vítima. Levarei com valentia e generosidade a cruz oculta em meu coração. Minhas armas são a oração e o sacrifício, que conservarei até o meu último suspiro. Somente então cairá a arma do sacrifício, mas a da oração me acompanhará até o Céu, onde será bem mais poderosa do que nesta Terra de exílio.” Uma irmã contou: “Bernadette tinha crises de asma, ataques de tosse que quase arrebentavam o seu peito. Mesmo vomitando sangue e sufocando, nunca deixava escapar nenhum lamento, nenhuma reclamação. Apenas olhava para o Crucifixo e dizia: ‘Meu Jesus.’” Bernadette ficava tão mal que recebeu a Unção dos Enfermos três vezes, sobrevivendo a todas. Após uma delas, brincou: “Estou melhor, o Senhor não me quis. Fui até a Porta Dele e Ele me disse: ‘Volta pra trás! Ainda é muito cedo!’” Quando ficava dias de cama, dizia: “Minha ocupação é sofrer. Esta cama e seu cortinado branco é a minha capela branca.” As irmãs diziam: "Não é bom ser Bernadette.” Noutra ocasião: "Quando a emoção é muito forte, recordo as palavras de nosso Senhor: ‘Sou eu, não tenham medo.’” 
Sinal da Cruz e coragem: Um dia, Bernadette mostrou à uma irmã que ela fazia mal o Sinal da Cruz: “É preciso ter atenção, pois fazer bem o Sinal da Cruz significa muito.”As irmãs diziam: “A maneira como ela fazia o Sinal da Cruz nos impressionava profundamente. Tentamos várias vezes fazer igual, mas não conseguimos. Ela fazia bem feito porquê Nossa Senhora fez o Sinal da Cruz na primeira aparição. Isso ficou em Bernadette por toda a vida.” Outra irmã disse: “Eu estava em Nevers havia três dias, e me fiquei admirada por ainda não reconhecer quem era a Bernadette. A superiora disse: “Bernadette? Olha ela aqui!” Eu exclamei: “Só isso?” Bernadette me respondeu brincando: ‘É verdade! Sou só isso!’ E depois disso, ficamos muito amigas.” Apesar de tanto sofrer, era a mais bem humorada e brincalhona de todas. Cuidava dos doentes e da sacristia com muito amor e paciência. Depois de uma oração, aconselhou: “Qualquer hora, cante: ‘Com minha mãe estarei.” Pedia sempre às irmãs para rezarem por ela: “Rezem por mim, pobre pecadora, principalmente na hora da morte.” Sobre as irmãs corrigirem seus defeitos: “Mas, como? Receber com tanta freqüência o Pão dos fortes e não ser mais corajosa?”  
Morte heróica: Suas doenças pioraram em 1878 com uma forte otite que lhe causou uma surdez temporária que lhe causou muito incômodo e um tumor nos ossos que doía muito. Foi totalmente entregue e paciente à vontade de Deus na doença. Oferecia tudo continuamente pela conversão dos pecadores conforme viu Nossa Senhora pedir. Ela rezou: "Ó Jesus! Ó Maria! Fazei que todo meu consolo neste mundo consista em amar-vos e sofrer pelos pecadores. Ó Jesus, mantenha-me sob a bandeira da tua Cruz. Que esse Crucifixo não esteja apenas em os meus olhos e no meu peito, mas no meu coração, vivendo em mim. Que eu seja um Crucificado vivo, transformado nele pela união com a Eucaristia, pela meditação sobre a sua vida e os sentimentos mais profundos do seu Coração, chamando as almas, não para mim, mas para Vós, do alto da Cruz, onde a vida e o amor me unem para sempre." Em março de 1879, recebeu a Unção dos Enfermos pela quarta vez e disse: “Peço perdão por todas as faltas à madre e a todas as minhas irmãs.” Na Semana Santa, de 6 a 13 de abril, disse: “Estou toda esfolada. Não tenho forças nem para respirar.” No dia 16 de abril de 1879, pediu apenas o Crucifixo: “Este me basta.” Olhou-o e segurou-o o tempo todo. Mas suas poucas forças deixava cair. Pediu que o amarrassem, dizendo: “Meu Jesus, quanto te amo!” Uma irmã lhe disse: “Você está na Cruz.” Outra irmã presente pediu para Nossa Senhora lhe dar consolo. Bernadette respondeu: “Não, consolo, não. Mas força e paciência.” Estava cheia de feridas nas costas que não podia nem deitar. Teve que dormir sentada numa poltrona. Sentindo imensas dores por todo o corpo dizia: “Estou sendo moída como um grão de trigo. Minha paixão vai durar até a morte.” Às três horas da tarde deu um grande grito: “Meu Deus!” As irmãs começaram a rezar o Terço. Bernadette respondeu com voz forte: “Santa Maria Mãe de Deus, rogai por mim pecadora, pobre pecadora!” Às 3 horas da tarde, como Jesus no Calvário, disse: “Tenho sede.” Fez um grande Sinal da Cruz, tomou algumas gotas de água e inclinando a cabeça, entrega docemente a alma aos 35 anos. Foi beatificada em 1925 e canonizada em 1933 pelo papa Pio XI. Seu corpo se encontra incorrupto até hoje, como muitos disseram, parecendo estar dormindo.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Cruz de Todos os Povos

A Cruz de Todos os Povos tem uma importante e bela mensagem. Ela deseja reunir e acolher todos os povos diante da Cruz de Jesus que acolhe todos com seu infinito amor. É uma espiritualidade pouco lembrada e que precisa ser mais divulgada. A primeira Cruz de Todos os Povos foi construída no Líbano, nesta região próxima da Terra Santa. Outra Cruz está no México e a próxima será construída em Divinópolis, Brasil. As construções da Cruz de Todos os Povos são aprovadas pela Igreja Católica e tiveram a bênção apostólica do Papa Bento XVI, do padre Gobbi do Movimento Sacerdotal Mariano, do Padre Jozo Zovko de Medjugorje, e muitos outros. Esperamos que muitas outras sejam construídas no mundo inteiro.

Cruz de Todos os Povos no Líbano:
Cruz de Todos os Povos em Divinópolis, Brasil:

sábado, 14 de janeiro de 2017

Oração, vida, Novena a São Sebastião

História e vida: São Sebastião nasceu em Narbonne, França, no ano de 256. Sua família foi para Milão e Roma, onde ele era cristão e quis se tornar soldado para se aproximar dos cristãos presos e martirizados.
Soldado: Era um ótimo soldado, por isso, os imperadores Diocleciano e Maximiano o elegeram capitão de sua guarda pessoal, chamada Guarda Pretoriana. Ele cumpria todos os deveres de soldado na cidade, mas em seu coração estava a fé em Jesus Cristo e o amor aos irmãos, procurando sempre viver o Evangelho. Em seu trabalho, praticava a Palavra de Deus ajudando a trazer a paz para a cidade. Muitas pessoas consolou com seu socorro de soldado, muitas brigas separou e a paz estabeleceu. Os cristãos eram perseguidos e martirizados de diferentes maneiras. As Missas eram celebradas nas catacumbas e outros lugares escondidos.  
Ajuda aos cristãos: Como soldado, Sebastião nunca dizia para seus imperadores que era cristão. Os cristãos eram presos e aguardavam o martírio na prisão. Como soldado, Sebastião aproveitou-se disso e os visitava e consolava na prisão. Em tantas ocasiões, encorajou os cristãos presos a superarem o martírio lhes dizendo que logo iriam para o Paraíso. Sebastião foi um consolo para os mártires nessas horas difíceis. Provavelmente, ele levou a Eucaristia para os cristãos na prisão e palavras dos sacerdotes que não podiam ir até ali. Provavelmente, os sacerdotes o tornaram sacristão e acólito para poder levar a Eucaristia aos necessitados e aos doentes. Sebastião também queria ser mártir um dia. E esse dia chegaria. 
Martírio e testemunho: O imperador Diocleciano, que tanto gostava de Sebastião, suspeitou que ele também fosse cristão e ele não negou. Mandou que ele fosse amarrado numa árvore e morto por flechadas. Os atiradores o abandonaram pensando que estivesse morto. Mas uma viúva que morava ali perto, Santa Irene, viu que ele estava vivo e cuidou dele até se recuperar. Dias depois, Sebastião voltou ao imperador, que ficou muito surpreso ao reencontrá-lo vivo, e novamente testemunhou sua fé e censurou a perseguição feita aos cristãos. O imperador mandou que Sebastião fosse morto a violentas pancadas e chicotadas. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 288. Seu corpo foi jogado nos esgotos de Roma. Santa Luciana resgatou-o, limpou-o e o sepultou numa das catacumbas que leva seu nome e sobre a qual foi construída a basílica de São Sebastião na Via Appia. Protetor: São Sebastião é o protetor das guerras, da fome e das pestes.

Novena a São Sebastião:

Primeiro dia: (Salmo 18, 6-9) “Eu vos invoco, pois me atendereis. Senhor; inclinai vossos ouvidos para mim, escutai minha voz. Mostrai a vossa admirável misericórdia, vós que salvais dos adversários os que se acolhem à vossa direita. Guardai-me como a pupila dos olhos, escondei-me à sombra de vossas asas, longe dos pecadores, que me querem fazer violência. Meus inimigos me rodeiam com furor. Seu coração endurecido se fecha à piedade; só têm na boca palavras arrogantes. Eis que agora me cercam, espreitam para me prostrar por terra; qual leão que se atira ávido sobre a presa, e como o leãozinho no seu covil. Levantai-vos, Senhor, correi-lhe ao encontro, derrubai-o; com vossa espada livrai-me do pecador.”

Segundo dia: (Salmo 19, 1-4) “Eu vos amo, Senhor, minha força! O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Meu Deus é a minha rocha, onde encontro o meu refúgio, meu escudo, força de minha salvação e minha cidadela. Invoco o Senhor, digno de todo louvor, e fico livre dos meus inimigos. Circundavam-me os vagalhões da morte, torrentes devastadoras me atemorizavam. Enlaçavam-se as cadeias da habitação dos mortos, a própria morte me prendia em suas redes. Na minha angústia, invoquei o Senhor, gritei para meu Deus: do seu templo ele ouviu a minha voz, e o meu clamor em sua presença chegou aos seus ouvidos.”

Terceiro dia: (Salmo 19, 6-10) “Possamos nós alegrar-nos com tua vitória e levantar as bandeiras em nome de nosso Deus. Sim, que o Senhor realize todos os teus pedidos. Já sei que o Senhor reservou a vitória para seu ungido, e o ouviu do alto de seu santuário pelo poder de seu braço vencedor. Uns põem sua força nos carros, outros nos cavalos. Nós, porém, a temos em nome do Senhor, nosso Deus. Eles fraquejaram e foram vencidos, mas nós, de pé, continuamos firmes. Senhor, dai a vitória ao rei, e ouvi-nos no dia em que vos invocamos.”

Quarto dia: (Salmo 25, 3-6) “Fazei-me justiça, Senhor, pois tenho andado retamente e, confiando em vós, não vacilei. Sondai-me, Senhor, e provai-me; escrutai meus rins e meu coração. Tenho sempre diante dos olhos vossa bondade, e caminho na vossa verdade. Entre os homens iníquos não me assento, nem me associo aos trapaceiros. Detesto a companhia dos malfeitores, com os ímpios não me junto. Na inocência lavo as minhas mãos, e conservo-me junto de vosso altar, Senhor, para publicamente anunciar vossos louvores, e proclamar todas as vossas maravilhas. Senhor, amo a habitação de vossa casa, e o tabernáculo onde reside a vossa glória.”

Quinto dia: (Salmo 39, 8-11) “Então eu disse: Eis que eu venho. No rolo do livro está escrito de mim: fazer vossa vontade, meu Deus, é o que me agrada, porque vossa lei está no íntimo de meu coração. Anunciei a justiça na grande assembléia, não cerrei os meus lábios, Senhor, bem o sabeis. Não escondi vossa justiça no coração, mas proclamei alto vossa fidelidade e vossa salvação. Não ocultei a vossa bondade nem a vossa fidelidade à grande assembléia.”

Sexto dia: (Salmo 39, 12-17) “E vós, Senhor, não me recuseis vossas misericórdias; protejam-me sempre vossa graça e vossa fidelidade, porque males sem conta me cercaram. Minhas faltas me pesaram, a ponto de não agüentar vê-las; mais numerosas que os cabelos de minha cabeça. Sinto-me desfalecer. Comprazei-vos, Senhor, em me livrar. Depressa, Senhor, vinde em meu auxílio. Sejam confundidos e humilhados os que procuram arrebatar-me a vida. Recuem e corem de vergonha os que se comprazem com meus males. Fiquem atônitos, cheios de confusão, os que me dizem: Bem feito! Bem feito! Ao contrário, exultem e se alegrem em vós todos os que vos procuram; digam sem cessar aqueles que desejam vosso auxílio: Glória ao Senhor.”

Sétimo dia: (Salmo 118, 33-41) “Mostrai-me, Senhor, o caminho de vossas leis, para que eu nele permaneça com fidelidade. Ensinai-me a observar a vossa lei e a guardá-la de todo o coração. Conduzi-me pelas sendas de vossas leis, porque nelas estão minhas delícias. Inclinai-me o coração às vossas ordens e não para a avareza. Não permitais que meus olhos vejam a vaidade, fazei-me viver em vossos caminhos. Cumpri a promessa para com vosso servo, que fizestes àqueles que vos temem. Afastai de mim a vergonha que receio, pois são agradáveis os vossos decretos. Anseio pelos vossos preceitos; dai-me que viva segundo vossa justiça. Desçam a mim as vossas misericórdias, Senhor, e a vossa salvação, conforme vossa promessa.”

Oitavo dia: (Salmo 130, 1-3) “Senhor, meu coração não se enche de orgulho, meu olhar não se levanta arrogante. Não procuro grandezas, nem coisas superiores a mim. Ao contrário, mantenho em calma e sossego a minha alma, tal como uma criança no seio materno, assim está minha alma em mim mesmo. Israel, põe tua esperança no Senhor, agora e para sempre.”

Nono dia: (Salmo 21, 15-20) “Não fiqueis longe de mim, pois estou atribulado; vinde para perto de mim, porque não há quem me ajude. Cercam-me touros numerosos, rodeiam-me touros de Basã. Contra mim eles abrem suas fauces, como o leão que ruge e arrebata. Derramo-me como água, todos os meus ossos se desconjuntam; meu coração tornou-se como cera, e derrete-se nas minhas entranhas. Minha garganta está seca qual barro cozido, pega-se no paladar a minha língua: vós me reduzistes ao pó da morte. Sim, rodeia-me uma malta de cães, cerca-me um bando de malfeitores. Traspassaram minhas mãos e meus pés: poderia contar todos os meus ossos. Eles me olham e me observam com alegria, Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sorte sobre a minha túnica. Porém, vós, Senhor, não vos afasteis de mim; ó meu auxílio, bem depressa me ajudai.”